VIVA A LITERATURA ESPORTIVA BRASILEIRA!



Como escrevi na última Coluna Dominical, está saindo do forno um livro sobre a aventura do Corinthians na Série B.

Das mãos dos repórteres do Lance! Rodrigo Vessoni e Maurício Oliveira, meus camaradas.

O lançamento ainda não tem data marcada (obviamente avisarei quando souber), mas a pré-venda já começou aqui.

E tem muito mais:

O jornalista Odir Cunha lançou ontem em São Paulo (e eu não avisei porque demorei para abrir o e-mail, desculpe) a obra “Na Raça!”, pela editora Realejo. O livro conta a história do bicampeonato mundial do Santos. Para muitos, o melhor time de futebol que já pisou num gramado em todos os tempos. “Na Raça!” também será lançado em Santos, nesta quinta-feira (04/12), no bar Chopp Santista (Avenida Washington Luís, 53), a partir das 18h30.

Na próxima segunda-feira (08/12), no Rio de Janeiro, o jornalista Rafael Casé lançará “O Artilheiro que Não Sorria”, biografia de Quarentinha, o maior goleador da história do Botafogo, pela editora LivrosdeFutebol.Com. Será na livraria Unibanco Arteplex (Praia de Botafogo, 316), às 19 horas. No sábado, dia 13, às 11 horas, o livro será lançado em Brasília (Fogão Shop – CLS 308, bloco B, loja 26, Asa Sul).

E no dia 16/12, terça-feira, o jornalista, historiador da bola e escritor Celso Unzelte convida para a noite de autógrafos de “Os Dez Mais do Corinthians”, pela editora Maquinária, em São Paulo. O livro faz parte da mesma coleção de “Os Dez Mais do Flamengo”, já lançado, e traz um perfil dos dez maiores craques da história de cada clube. Unzelte estará na loja Roxos & Doentes, no Estádio do Pacaembu (Praça Charles Miller, s/n), a partir das 20 horas. E que venham muitos mais.



  • Fê Rossini

    Faltou o livro “Thomas Farkas, Pacaembu”, cujo lançamento ocorrerá na terça-feira que vem, no museu do futebol, com fotos do Thomas e textos do Juca Kfouri.

  • Rogerio J

    André, se não estava dormindo ontem à noite e fiz confusão, acho que ouvi o Everaldo Marques dizer que vocês estarão na Flórida, no estádio do Tampa Bay Buccaneers, para a cobertura in loco, no dia 02/01/09, do Superbowl 43. É isso mesmo, a transmissão será realizada por vocês na cabine dentro do estádio? Putz, vai ser bacana, inclusive o show com Bruce Springsteen. Abraço! AK: Foi exatamente isso que o Everaldo disse. Sim, vamos transmitir o Super Bowl in loco. Imagine só… Um abraço.

  • Rogerio J

    André, que boa notícia, hein!? Pergunta: sabe que sou jornalista, né? Então, se eu pagar a minha passagem, providenciar passaporte e visto, vocês deixam eu entrar de bico na cabine da ESPN? Prometo ficar quietinho, não bebo e como muito, e até ajudo a carregar fio, câmara, varrer etc. E então, é pegar ou largar. Abraço!

  • Rogerio J

    Desculpe a brincadeira. Mas é que isso não é trabalho, é diversão, cara! No máximo, um trabalho divertido. Vocês merecem. Abs! AK: Eu penso como você. Obrigado e um abraço.

  • Eduardo Mion

    Sensacional essa do Superbowl! Só falta mesmo o Tour de France…e com a volta do Lance, quem sabe não rola no ano que vem? Abraço AK: Vamos bater na madeira… um abraço.

  • Guilherme

    André, sou seu fã e fã da ESPN. Gosto muit ode futebol mas sou apaixoando mesmo por esportes olímpicos. Por isso, corrijo seu título. Viva a literatura FUTEBOLÍSTICA brasileira. Pois dos outros esportivos você não citou Abraço Guilherme Costa http://www.brasilemlondres2012.blogspot.com

  • Leonardo Atleticano

    André, você leu a carta do presidente eleito do Cruzeiro, classificando a mídia do eixo Rio/São Paulo de bairrista, tendenciosa e desonesta, e participante ativa juntamente com as demais esferas do poder para manipulação do campeonato visando o benefício das equipes do eixo? Estendo essa manipulação, não só a pressão sobre a arbitragem mas também na valorização absurda de muitos pernas de pau para retorno financeiro em futuras negociações. Cito o caso do Richarlisson do São Paulo, a mídia tentou empurrar ele guela abaixo como gênio, não vejo nem no banco mais. Outra coisa, todos os comentaristas de arbitragem da televisão tem relevantes serviços prestados aos times do eixo, é roubar bastante e garantir um contratinho na tv. AK: Não li, cara. Acho perda de tempo. Um abraço.

  • Anna

    André,muito legal voce colcoar os lançamentos de livro. O blog é também cultural. Esse lançamento do livro do Quarentinha parece bem interessante.:) Queria ir ao do Thomas Farkas no Museu do Futebol dia 9/12 mas tenho um trabalho para apresentar dia 11/12. Esse tb esta prometendo!Aproveitava e conhecia o Museu. Abraço,Anna

  • césare

    Curintia na série b é literatura??? só você mesmo, kfouri…só você e seu pai com esse fanatismo louco e ridículo….curintia na segundona virou literatura agora kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Cassio Parra

    putz…… transmitir o super bowl in loco, Orlando é pra ser demais.

  • JC

    Então vamos lá, meu caro AK. Longe de mim ser pessimista, como você sugere; sou conhecido desde pequenininho, na família e pelos amigos, pelo eterno bom humor e otimismo. O caso é que também fui jornalista esportivo, e dos bons, devo dizer sem imodéstia. Tenho lá meu bom conceito profissional até hoje. Não vou me nomear, não é o caso. Mas tenho três prêmios Esso de informação esportiva por equipes, o que significa que, naqueles três anos, eu trabalhei na melhor equipe de esportes do país – mídia jornal. Em quatro anos de jornalismo esportivo (depois passei para outras áreas), vi como muitas das pautas são feitas, e por quem, e com qual espírito. Vi comentários sobre “coleguinhas” que recebiam um por fora daquela sólida âncora que a muitos suetenta; um belo dia estourou a bomba de que vários estavam na folha mensal de certo clube – a missão era falar bem, encher a bola, passar por cima de “jogadas” e iniqüidades etc. etc. E também ajudar a criar o mito de “nação”, que a tantos engana. Claro que a bomba foi logo abafada, e mudou-se de assunto. Para que espantar a presa e acabar com o suado ganha-pão? Em meu comentário anterior, fiz uma alusão ao “faturamento”. Acho mesmo ridículo que um ano de Série B gere livros sobre (vou usar termos empregados à exaustão aqui mesmo neste blog pelo Tião Fiel) a “epopéia”, as “vitórias épicas” sobre o pobre abecedário (ABC, CRB) pátrio, afora equipes de tradição como Criciúma, Avaí, Marília e Brasiliense (este, aliás, já foi furtado em Copa do Brasil não tão recente…). Fico imaginando que nem o Flamengo campeão do mundo, um timaço que foi um dos maiores da história do futebol brasileiro, mereceu um livro sobre sua saga nos Campeonatos Brasileiros da Série… A! Também divago se cada time que subir da B para a A mereceria um livro sobre sua “aventura”. Teríamos obras de grosso calibre, obras imorredouras, sobre o Barueri (este sim, com apenas sete anos de vida subiu em todas as divisões, este sim, mereceria um livro sobre sua saga), Ipatinga, Santo André e congêneres. Por tudo isso, vejo a velha prática de faturar em cima do fanatismo, do mito criado e alimentado por grandes setores da imprensa. A torcida corintiana chega a acreditar que é melhor que as outras; vi, ao longo deste ano, dezenas de postagens dizendo claramente que “Série A sem o Corinthians é Série B”; “a verdadeira Série A neste ano é a B”: e agora mesmo, no Tião Fiel, há um post com este título: “Não existe festa boa sem a Fiel”. Outro, ainda no ar: “No final, todo mundo tenta ser igual ao Timão”. Tudo muito ridículo, mesmo descontando o objetivo de promover. Pergunte a um torcedor do Atlético Mineiro se ele ama seu time, o “galo vingador”; pergunte a um colorado ou a um gremista qual o time que ele mais ama na vida; a um flamenguista; a um fluminense, que arrebatou torcedores como Nelson Rodrigues e Chico Buarque; a um baiano do “Baea”, como eles gritam… Mas, se lermos apenas a imprensa paulistana, ficará a impressão de que só o Corinthians tem torcedores apaixonados, só o Corinthians existe, só o Corinthians dá graça aos campeonatos. Confesso a você: meu time não é o Corinthians e não senti nenhuma falta do Corinthians neste Campeonato, assim como não senti do Grêmio em 2005 ou do Botafogo em 2003. Você acha que o campeão brasileiro deste 2008 será menos campeão porque não jogou contra o Corinthians? Pois milhares, ou milhões, são capazes de achar. Mais uma vez, ridículo. É isso, meu caro. Conheço a coisa por dentro, sei como alguns gostam de faturar. Tudo vira saga, tudo vira epopéia, grandiosidade. Mas a substância muitas vezes é pouca, quando não frequentemente mentirosa. Um abraço “épico”!

  • Rafael Pereira

    Oi André, Sempre acompanho seu blog e gosto muito de te ver promovendo ações voltadas para a cultura, que é tão desdenhada em nosso país. Quem sabe através do futebol – paixão nacional – esse incentivo não ocorra? Segue o blog – que possui uma vertente política e cultural – em que tenho uma coluna esportiva: fcarvall.blogspot.com/ abraço.

  • Mauricio Oliveira

    Valeu pela força, André! Espero você lá no lançamento do “A Reconstrução do Timão”, hem! Dia 18, às 19h, no bar O Torcedor, no Pacaembu. Abraço! AK: Parabéns pelo livro, e o obrigado pelo aviso. Um abraço.

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