BRASIL ZERO



Terceiro jogo em casa seguido em que a Seleção Brasileira não marca um gol. Não é preciso dizer mais nada. E é mais fácil entender sânscrito. Uma coisa, só: ao escalar o meio-campo de ontem (Josué, Gillberto Silva, Elano e Kaká), Dunga obriga Elano a ser um jogador de criação. Ele tem essa capacidade? Sim, tem. Não esqueçamos de que, na melhor atuação do Brasil com Dunga como técnico (3 x 0 na Argentina, FB, final da Copa América de 2007), o golaço de Júlio Baptista começou com um lançamento de Elano. Mas não é justo querer que ele divida com Kaká a tarefa de fazer o time pensar. Na atual configuração, os dois volantes mordem, Kaká assopra, e Elano tem de morder e assoprar. Por que (Mauro Beting escreveu uma ótima coluna a esse respeito recentemente) a Seleção não experimenta um meio-de-campo mais leve? Por que não “recuar” Elano para uma função de marcação, com o bônus que ele é capaz de criar, e escalar outro meia puro? E por que não investir em volantes que tenham um passe melhor e saibam atuar quando o Brasil tem a bola? Sugestão 1 (para ontem): Júlio Baptista, Lucas, Elano e Kaká. Sugestões 2, 3, 4, 5… (para o futuro, escolha uma combinação): JB, Lucas, Hernanes, Mancini, Elano, Ramires, Alex – Inter, Alex – Fener, Anderson, Diego e Kaká. Seria muito pedir para ver algo assim?



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