UM GREMISTA NO MUSEU DO FUTEBOL



O blog recebeu hoje o seguinte e-mail, que agradece e publica: Caro André, Sou de Porto Alegre, e estive em São Paulo entre quinta e sábado passados, em virtude de uma entrevista de emprego. Essa é a primeira vez que te escrevo, apesar de ser leitor assíduo de teu blog há mais de ano. O faço para expressar a ti o quanto foi incrível minha experiência no Museu do Futebol. Te confesso que cheguei com certo preconceito. Gremistão, achava que na real seria mais uma exaltação do futebol no eixo Rio-São Paulo do que de fato uma homenagem à instituição Futebol brasileiro. A verdade é que o que presenciei nas mais de três horas dentro do museu foi o lugar mais legal, divertido, emocionante e marcante que visitei em toda minha vida. Claro que meus poucos 22 anos não viram muito, mas acho difícil algum lugar ser capaz de tocar meus mais antigos sentimentos como o Museu o fez. Acho interessante também destacar a incrível organização e cuidado com todos os detalhes. Está tudo lindo, limpo, pronto. Nenhuma área em construção ou fechada ao público. Finalizo concordando contigo. A sala da exaltação foi sim o local mais espetacular da minha visita. Eu vou a todos os jogos que posso do Grêmio no Olímpico, junto com meu pai e meu irmão. Isso desde meus 4 anos de idade. Logo tu podes imaginar o que senti quando ao abrir a porta ver e ouvir os cantos da geral do Grêmio. Eu pensei, seria proposital? Como que fui dar tanta sorte? Impossível saber, mas gosto de pensar que algo quis que minha experiência fosse não sensacional, mas sim sublime. Naquele momento foi. O futebol brasileiro precisava disso. E o Pacaembu (lindo estádio, não conhecia) é um belo palco para o Museu. Grande abraço, Bruno Walber Viana *** Não perca tempo.



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