PRATA, PARA VOLTAR AO TOPO



Se a seleção brasileira de vôlei masculino tivesse conquistado a medalha de ouro neste domingo, estaria no olimpo dos esportes coletivos. Seria, oficial e eternamente, um dos maiores times da história. De qualquer esporte. Bernardinho falou sobre o assunto em algumas entrevistas, e esse legado certamente estimulava seu time. Não que a medalha de prata retire a seleção que ganhou quase tudo o que disputou, com basicamente o mesmo grupo, da conversa sobre times que marcaram época. Mas o ouro, a segunda visita seguida ao topo do mundo, “fecharia” a caminhada dos atuais jogadores com o máximo de glória. A medalha de prata é misteriosa. É resultado de uma derrota e, por isso, um orgulho que demora a chegar. Ganha-se o ouro e o bronze. Perde-se a prata. Lógico que é difícil ver isso agora, mas é muito bom para o esporte que outro time tenha conseguido alcançar o nível que o Brasil mostrou nos últimos anos. E não é de hoje que os Estados Unidos incomodam a seleção brasileira. A barra do voleibol mundial foi elevada pelos americanos (3 x 1: 20/25, 25/22, 25/21 e 25/23) neste domingo. Buscar novas alturas é a missão de quem pretender desbancá-los daqui a quatro anos. Não há nenhum motivo para duvidar de que o Brasil pode fazer isso. Principalmente porque Bernardinho disse que continuará no comando de uma das seleções mais vitoriosas que já vimos. Se não for a mais. Às vezes, não há nada melhor do que uma frustração para nos levar adiante. Uma medalha de prata, por incrível que pareça, é capaz disso.



  • André Cardoso

    Faltou Ricardinho.Essa derrota foi o preço que o grupo pagou por desprezar um gênio.Não vou entrar no mérito de convivência, disciplina porque isso é assunto interno e qualquer coisa que não venha de alguém que faça parte do grupo é especulação.Talvez o problema fosse incontornável, não sei… Só que na minha opinião o grupo subestimou o valor do Ricardinho no volume do jogo que a seleção apresentava.Os atacantes tinham esse aproveitamento fantástico graças , em grande parte, a criatividade sem igual do Ricardo. Basta ver que, pela primeira vez em muitos anos, o time brasileiro foi sistematicamente pego em bloqueios e perdeu contra ataques em escala industrial.Não que o Marcelinho seja ruim.Ele é bom.Muito bom, eu diria.Jogou de melhor forma possível, não dava pra render mais do que aquilo.Essa foi a diferença.Com Marcelinho, o Brasil foi muito bom.Com Ricardinho, era genial.

  • Anna Barros

    André,torci muito por esse ouro.Chorei muito mas pra mim e o dream team do volei,vitorioso em 8 anos. Foi o maior time de volei que vi jogar. Espero que todos os brasileiros valorizem a prata. E dificil se manter no topo o tempo todo,vide basquete dos EUA, futebol masculino brasileiro e outros esportes que tem selecoes que marcaram epoca. Licoes sao tiradas sempre e torcamos pra que de tudo certo com a renovacao. Abraco,Anna

  • caio

    Acho que já acabou o ciclo de Bernardinho na seleção, ele brigou com o time já, deu o que tinha que dar.

  • Daniel Levis

    Os EUA jogaram muito todo o torneio e conquistaram muitíssimo merecidamente o ouro. Foram espetaculares. Acho ótimo que Bernardinho continue no comando da seleção que, certamente, terá forças para lutar pela volta ao topo. Vai ser muito difícil, os Russos também vêm aí.

  • André Oliveira

    OURO PARA QUEM MERECE : JOSÉ ROBERTO GUIMARÃES !!!!

  • Rita

    Difícil. Sou do tempo que sofríamos uma enormidade contra os cubanos, Diago e cia. Ah, marrentos cubanos. Do tempo que já paguei mico indo pra aeroporto só pra ver os meninos ao menos passar, que vi Maurício surgir e como eu era fã do cara. A propósito, eu pensava que Maurício não teria substituto. Até que um dia, um tal de Ricardinho arrebentou numa final. Apesar de minha desconfiança, o Ricardo me conquistou, porque contra o talento não há argumento. E de quebra, Maurício se despediu de forma categórica, sendo simplesmente bi-campeão olímpico. Confesso, André, que não assisti os jogos do Brasil na conquista do Pan, não acompanhei mais a Seleção desde o corte do Ricardo. Não tinha visto nenhum jogo da Seleção nessa olimpíada, mas a final vi e torci muito, porque o Brasil é maior que qualquer jogador, mas te digo que pra mim, não ver o Ricardo em quadra ainda é difícil. Embora digam que além do Bernardinho, o grupo o vetou, tenho a impressão que o grupo foi omisso, não foi transparente. Na minha opinião, o capítulo Ricardinho, foi mal redigido, mal editado e mal dirigido por todos os envolvidos. Mas, segue a vida, página virada, no entanto, como a posição de levantador é pra caras geniais, que o diga o time americano com o tal de Ball, tomara que Bruno ou outro sejam tão brilhantes quanto outros levantadores que o vôlei brasileiro nos proporcionou. Bom retorno, André.

  • Nina

    Pergunta que não quer calar: Vc é irmão do Bruninho Rezende? Cara de um, focinho, do outro…rs!

  • Ricardo

    Desde a palhaçada feita com o ricardinho o Bernardo merece as derrotas que passou a acumular. A sagrada família do vôlei (Bernardo, Mulher e filho), que acham que tudo podem e tudo fazem, precisa aprender com derrotas geradas por seus erros. Ninguem viu que a seleção perdeu o ouro, e outros títulos, simplesmente por falta de levantador? Um caminhão de contra-ataques desperdiçados, um exagero de “bolas de segurança”, marcadas, tudo gerado pelo desligamento daquele que é o genuíno responsável pela gloriosa fase do volei brasileiro. Agora sofre Bernardo, e merecidamente. Aproveita e afunda teu filho junto, que nunca foi nada, e acabará por não ser. Nepotista.

  • Andre P.

    Torci como nunca pelo time feminino e torci como nunca CONTRA o time masculino. Não conheço o Ricardinho e por isso, não posso avaliar o seu caráter, mas a impressão que sempre tive a respeito do Bernardinho, e que foi aprofundada durante a Olimpíada de Pequim, é que se trata de um déspota, um chefe implacável, que passa por cima dos outros quando necessário. É o tipo de chefe que sempre odiei e que sempre trabalhei para derrubar. Embora tenha um carreira inegavelmente vitoriosa, é um péssimo exemplo do ponto de vista de liderança (e olha que ele ganha muito dinheiro dando palestras a respeito disso). O Zé Roberto Guimarães é a antítese do Bernardinho, um cara equilibrado, ponderado, justo, que conquista sua equipe por meio do convencimento, e não por meio de práticas ditatoriais. Viva o Zé Roberto, abaixo o Bernardinho.

  • Emerson Sanches Huguenin

    André, no jogo final entre Brasil e EUA, lamento dizer, mas Bernardinho maculou a capacidade dele como técnico no sentido de mudar um jogo que lhe era desfavorável. Ele poderia ter usado mais o banco quando viu que era nítido o desânimo da equipe titular e insistiu com o mesmo time até o fim do jogo. Quando ele mexeu em algumas peças no terceiro set, o Brasil reagiu apesar da derrota. Deveria o Bernardinho ter jogado o set decisivo com os mesmos jogadores que terminaram o set anterior.

  • Jomar Romariz Xavier

    André, a vida nos ensina que para saborearmos verdadeiramente a vitória, muitas vezes temos digerir também a derrota. Nesse domingo, o nosso time não apresentou um jogo que pudesse superar ao dos americanos, que mal nisso? No meu entendimento não faltou garra, espírito de vencedor ou algum adjetivo que valha, como um narrador da tv insistentemente comentava. Acredito também que está na hora da reformulação, a começar pelo comando, isto é, o Bernardinho já colaborou e muito, e como na vida, há necessidade de mudanças. Temos jogadores com grande potencial, como; Bruninho, Samuel, Murilo e outros, que tranqüilamente podem dar continuidade ao bom trabalho. A medalha de prata como também a de bronze são honrosas. Finalizando, que todos tirem bons proveitos, para os próximos eventos. Um abraço.

  • fernando

    acho que o berandinho cometeu um erro grave , não foi suficientemente , humilde e paciente com o ricardinho que é muito mais jogador que o marcelinho , ricardinho fez falata ao time , vejam o resultado

  • Maria Celeste Gonçalves Campos

    André parabéns pelo trabalho aí em Pequim. Seu e da ESPN. Quanto ao volei nada a reclamar. Só elogios. O Bernardinho ainda tem muito a oferecer. Será o nosso Fergusson.

  • Alex

    Essa seleção começou a perder essa medalha de ouro ainda no Pan do Rio, quando do episódio ocorrido e que todos sabem qual foi. Começou a perder quando um técnico “evoluiu” da genialidade e espírito de liderança para tirania; e quando um grupo que primava tb pela genialidade, união, “evoluiu” para o omissão e falta de atitude. Preferiram o silencio, motivado pelo medo que tinham daquele que ficava no banco ou simplesmente pela conveniência financeira. Algo começou a ser gestado que transformou uma seleção que era excepcional em uma boa seleção , mas sem a mesma áurea e magia que teve um dia. Quando se opta pelo caminho de andar de lado e olhando pro chão, quando se aceita o medo e não o enfrenta, acabamos perdendo aquele brilho nos olhos que um dia nos diferenciou dos demais. Essa seleção perdeu esse brilho restou a competência mas sem a magia. A capacidade de criar, de pensar de encontrar soluções e saídas para problemas quando não se vê a luz no fim do túnel pressupõe a capacidade de pensar individualmente e coletivamente, isso obviamente pressupõe o conflito, mas só o próprio dialogo entre aqueles que ousam falar e pensar é capaz de encontrar as soluções e dela sair a superação dos conflitos. Esse grupo optou para varrer o conflito para debaixo do tapete e aceitar a liderança cega e sem questionamento que vinha do banco, perdeu sua capacidade de pensar dentro e fora da quadra e portanto perdeu a capacidade de buscar soluções para os problemas enfrentados. Começou a se esconder diante de um mito criado de que eram invencíveis de que tinham um técnico invencível e que a obediência cega os levariam ao topo novamente garantindo à todos bons dividendos. Esqueceram-se do principal, de que a magia que esse grupo possuía é que era seu diferencial e essa se perdeu. Espero que todos aprendam com os erros cometidos, que esse grupo volte a ter a capacidade de agir, se posicionar, de enfrentar o medo seja de onde ele vier. Que a comissão técnica entenda a diferença entre autoridade e autoritarismo, liderar através do medo pode dar resultado as vezes, principalmente em desafios menos complexos, mas liderar e ao mesmo tempo saber administrar os conflitos sem tirar o brilho e a capacidade de pensar dos liderados é essencial diante de grandes desafios. Espero sinceramente que consigam superar esses problemas, mas não é o que parece estar acontecendo, as falas de todos, após o fim dos Jogos continua a mesma de se esconder , vocês um dia vão precisar se olharem no espelho e enfrentarem seus demônios, só assim vão voltar a ser aquele grupo especial que um dia foram. “Perder ou ganhar” faz parte sim do jogo, mas as circunstâncias da vitória ou da derrota dão uma nova dimensão ou significado, a derrota deixa de ser apenas uma derrota e a vitória deixa de ser apenas uma vitória, se transformam no retrato na identidade de um grupo. A derrota nesta olimpíada foi a derrota de um grupo sem rosto, sem identidade que se escondeu no silencio e na conveniência de uma mídia que preferiu idolatrar à analisar criticamente o que estava acontecendo. André vc que acompanhou esse grupo cubriu o episódio do Pan, gostaria que comentasse, se possivel, minha colocação, se não puder eu entendo, um abraço.

  • Alex

    Essa seleção começou a perder essa medalha de ouro ainda no Pan do Rio, quando do episódio ocorrido e que todos sabem qual foi. Começou a perder quando um técnico “evoluiu” da genialidade e espírito de liderança para tirania; e quando um grupo que primava tb pela genialidade, união, “evoluiu” para o omissão e falta de atitude. Preferiram o silencio, motivado pelo medo que tinham daquele que ficava no banco ou simplesmente pela conveniência financeira. Algo começou a ser gestado que transformou uma seleção que era excepcional em uma boa seleção , mas sem a mesma áurea e magia que teve um dia. Quando se opta pelo caminho de andar de lado e olhando pro chão, quando se aceita o medo e não o enfrenta, acabamos perdendo aquele brilho nos olhos que um dia nos diferenciou dos demais. Essa seleção perdeu esse brilho restou a competência mas sem a magia. A capacidade de criar, de pensar de encontrar soluções e saídas para problemas quando não se vê a luz no fim do túnel pressupõe a capacidade de pensar individualmente e coletivamente, isso obviamente pressupõe o conflito, mas só o próprio dialogo entre aqueles que ousam falar e pensar é capaz de encontrar as soluções e dela sair a superação dos conflitos. Esse grupo optou para varrer o conflito para debaixo do tapete e aceitar a liderança cega e sem questionamento que vinha do banco, perdeu sua capacidade de pensar dentro e fora da quadra e portanto perdeu a capacidade de buscar soluções para os problemas enfrentados. Começou a se esconder diante de um mito criado de que eram invencíveis de que tinham um técnico invencível e que a obediência cega os levariam ao topo novamente garantindo à todos bons dividendos. Esqueceram-se do principal, de que a magia que esse grupo possuía é que era seu diferencial e essa se perdeu. Espero que todos aprendam com os erros cometidos, que esse grupo volte a ter a capacidade de agir, se posicionar, de enfrentar o medo seja de onde ele vier. Que a comissão técnica entenda a diferença entre autoridade e autoritarismo, liderar através do medo pode dar resultado as vezes, principalmente em desafios menos complexos, mas liderar e ao mesmo tempo saber administrar os conflitos sem tirar o brilho e a capacidade de pensar dos liderados é essencial diante de grandes desafios. Espero sinceramente que consigam superar esses problemas, mas não é o que parece estar acontecendo, as falas de todos, após o fim dos Jogos continua a mesma de se esconder , vocês um dia vão precisar se olharem no espelho e enfrentarem seus demônios, só assim vão voltar a ser aquele grupo especial que um dia foram. “Perder ou ganhar” faz parte sim do jogo, mas as circunstâncias da vitória ou da derrota dão uma nova dimensão ou significado, a derrota deixa de ser apenas uma derrota e a vitória deixa de ser apenas uma vitória, se transformam no retrato na identidade de um grupo. A derrota nesta olimpíada foi a derrota de um grupo sem rosto, sem identidade que se escondeu no silencio e na conveniência de uma mídia que preferiu idolatrar à analisar criticamente o que estava acontecendo. André gostaria que vc comentasse minha colocaçao, mesmo que por email, pois vc acompanhou de perto a crise do Pan, se nao puder eu entendo. Estou mandando a mensagem novamente pq fiquei na duvida se na primeira vez ela foi realmente enviada, me desculpe

  • Roney

    agora aparece os corneteiros.. se ganha, os jogadores e Bernardinho seriam endeusados…!! que um equipe vitoriosa e guerreira como essa não seja esquecida por uma derrota… Afinal, por muitas vezes tivemos mais orgulho do nosso volei, do que do nosso futebol!!! Tenho orgulho de dizer que vi essa seleção jogar…Giba e cia. são orgulho de uma nação!! PARABÉNS A ESSA SELEÇÃO QUE É MUITO MAIS DO QUE VITORIOSA!! ALEM DE IDOLOS, SÃO EXEMPLOS!! e não venham falar dos problemas, das crises…pois isso TEM-SE em TODO TIME, EM TODO LUGAR, mas honra, brilho, caráter, gana, força de vontade…ISSO POUCOS NO ESPORTE BRASILEIRO POSSUEM!! PARABÉNS BERNADINHO, E A TODOS OS JOGADORES…NÓS, OS VERDADEIROS BRASILEIROS, TEMOS ORGULHO DE VCS!

  • ERIK

    CONCORDO CONTIGO. Ñ HÁ TORNEIO NO VOLEI MASCULINO Q ESSA SELEÇÃO Ñ CONQUISTOU. SE PERDEU 1 PAN, GANHOU O SEGUINTE, E EM CASA. SE PERDEU DUAS LIGAS EM CASA, GANHOUOUTRAS 7 CONTRA VERDADEIROS TIMAÇOS, COMO SERVIA, RUSSIA E ITALIA, E NA CASA DELES! ESSA GERAÇÃO FOI FANTÁSTICA. Ñ HÁ O Q RECLAMAR DELES.

  • Henrique

    O Brasil terminou os Jogos Olímpicos de Pequim com menos medalhas de ouro do que as conquistadas há 4 anos, em Atenas : apenas 3, contra 5. A NOTÍCIA A SEGUIR TRANSCRITA FAZ PENSAR SE, HOUVESSE O BRASIL INVESTIDO MAIS – E MELHOR – NO ESPORTE, NÃO TERÍAMOS REALIZADO UMA MELHOR CAMPANHA: ” Do UOL Esporte , Em São Paulo 16/12/2007 – 17h38 – SÃO PAULO RECEBE VERBA EQUIVALENTE À METADE DO COB O São Paulo conseguiu do Ministério dos Esportes, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, uma verba para três obras no Centro de Treinamento de Cotia equivalente a mais de 50% do que foi destinado ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB) para o Projeto Pequim. Para a preparação brasileira à Olimpíada de 2008 o valor é de R$ 26.988.196,95, e a verba do clube paulista é de R$ 13.868.493,51. Com esses valores aprovados pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, cabe aos beneficiados correrem atrás de verbas de pessoas físicas e jurídicas para iniciarem os projetos. Quem resolver investir pode deduzir uma porcentagem do imposto de renda: até 1% para empresas e até 6% para pessoas físicas. Enquanto o dinheiro destinado ao COB para o Projeto Pequim, que visa preparar as delegações brasileiras para a Olimpíada, será dividido entre 27 modalidades, o São Paulo Futebol Clube tem apenas três destinos para o investimento. Todos eles no Centro de Formação de Atletas Laudo Natel, em Cotia. O projeto número 1 do clube paulista é para a criação de um Centro de Reabilitação Esportiva, Fisioterápica e Fisiológica (Reffis) no local onde as categorias de base da equipe treinam. Para esse plano de avaliação, prevenção e recuperação de lesões do esporte, o governo liberou um valor de R$ 2.783.442,06. A proposta número 2 do São Paulo para o CFA de Cotia é a de complementar as atuais instalações com um alojamento transitório ou permanente para 148 atletas. Nesse caso, o valor liberado e aprovado por Lula é de R$ 6.695.874,38. Por último, o projeto 3, tem como intenção a construção de uma arquibancada para os jogos das categorias de base em Cotia com estacionamento fechado e privado. Para este plano, o recurso é de R$ 4.389.177,07. Com tudo aprovado pelo Ministério dos Esportes e também pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o São Paulo corre agora atrás de pessoas e empresas interessadas em investir dinheiro em algum dos seus três projetos. ”

  • Vania dos Santos

    A seleção de vôlei do Bernardinho perdeu porque se achava a melhor de todo o mundo! E também desde que o filho dele: Bruno entrou para a equipe eles só se deram mal; prestem atenção a isto! Com humildade se vai ao longe, veja o Medalha de ouro ZÉ ROBERTO!!!!! AK: Bruno não tem nada com isso. Ele não pode ser culpado de algo, apenas porque é filho do Bernardinho. Um abraço.

  • DAVI MACIEL SOLER

    BERNARDINHO NEPOTISTA E NARCISISTA, PREFERIU O FILHO, AO INVÉS DE FAZER UM ACORDO COM O MELHOR LEVANTADOR DO MUNDO, TAMBÉM CORTOU NALBERT, QUE PODERIA FICAR NO BANCO E SEGURAR A BARRA NOS MOMENTOS DECISIVOS…ELE É IGUAL AO LUXA, GOSTA DE APARECER MAIS QUE TUDO E TODOS, A DERROTA FOI JUSTA, PORÉM O TÉCNICO FOI DECISIVO PARA A MESMA!!!!

  • Ana Lúcia

    André Cardoso. Vc disse tudo ok queria dizer. O Brasil sem o Ricardinho é muito bom, mas com ele fica genial. VOLTA RICARDINHO!

  • Sylvio Andrade

    Foi uma triste derrota, porém, nada lamentável. É time grande que briga pelo ouro. Quanto ao caso Ricardinho, há muitos mistérios em torno disto, mas não dá pra culpar totalmente o Bernardinho ou o grupo todo, que o apoiou no corte, pela derrota. Mesmo em crise o volei brasileiro briga pelo topo. E aí André, você esteve na festa de encerramento? Abs. AK: Não. Fui fazer a final do basquete masculino. Um abraço.

  • Ops

    caramba o Ricardinho brigou com o time todo, criou um clima , se achando a ultima bolachinha, e tem uns aqui que ainda ficam defendendo o cara. Se o time tivesse ficado com o ouro , ninguem falaria o nome dele.Acorda povo a fila anda.

  • Ane Bittencourt

    Faltou o melhor levantador do mundo: o Ricardo. É hipocrisia dizer que ele não fez falta. Não levamos o nosso gênio, e os EUA deitaram o rolaram, graças ao gênio deles: o Ball. E não me convence a premissa de que o grupo “vetou” o jogador, haja vista que no próprio treino na China, Bernardinho bradou aos quatro ventos dizendo que quem mandava lá era ele. Além do mais, se o grupo o tivesse vetado, não teria feito aquele apelo para que o levantador voltasse, quando da comemoração do título do Pan, A frase, escrita na bandeira do Brasil, se não me engano, era a seguinte:”Camisa 17 (a camisa do Ricardinho), você faz parte dessa família. Lembre-se do nosso pacto. Pequim-2008″. Ainda sobre o episódio do corte (sei que muita gente não gosta de retornar a esse assunto, mas é preciso esclarecer algumas coisas), o único que manteve sua versão desde o início foi o levantador. A comissão técnica e os jogadores sempre titubearam quando inquiridos sobre o assunto, fazendo com que surgissem infinitas versões, desde aquela primeira, de que o levantador tinha pedido dispensa do Pan, depois a de que ele tinha, deliberadamente, chegado atrasado na apresentação, mas essa versão não colou, posto que Dante chegou mais atrasado do que ele e não foi cortado. A última foi aquela que houve um desgaste na relação, algo que, se fosse verdade, deveria ser contornado, e não levado da forma como foi feita. Só para exemplificar, Riquelme e Messi têm um problema de relacionamento, mas deixaram seus desentendimentos fora do campo e jogaram lado a lado pela seleção argentina de futebol. O técnico argentino apostou no profissionalismo dos jogadores, soube trabalhar essas diferenças e a medalha de ouro veio com louvor.

  • Thiago Braga

    Oi André! Faz tempo que eu não deixo comentários aqui. Primeiro, parabéns pela cobertura das olimpíadas. Animal. Exatamente como eu esperava. Sobre a seleção de vôlei masculina, duas coisas que eu quero saber a sua opinião. É nítido que o André Nascimento não está rendendo o que pode faz um tempo. O que acontece? É físico. Não seria a hora de colocar outro oposto, talvez mais forte fisicamente, para “virar” as bolas? Qual é a melhor seleção de vôlei: Estados Unidos dos anos 80 (dois ouros olimpícos e um mundial) ou o Brasil dos anos 2000 (dois mundiais, um ouro e uma prata)? E entre Kiraly e o Giba? Grande abraço e, mais uma vez, parabéns AK: É muito difícil comparar esses dois times. Mas como acho que os Jogos Olímpicos estão um degrau acima das outras competições, aquele grupo dos EUA também está. Um abraço.

  • Sylvio Andrade

    André, perguntei sobre a festa de encerramento, pois deve ter sido impactante e de arrepiar a guitarra do Jimmy Page, um grande mostro do Rock, ao vivo. Abs. e boa viagem. AK: Eu assisti da redação, e adorei. Um abraço.

  • Lenilson Araujo

    Ouço muito esse papo de que esse time de vôlei do Brasil é o melhor dos esportes coletivos de todos os tempos. O que dizer do basquete americano, que conquistou todas as medalhas de ouro nos jogos olímpicos de 1936 a 1968? Perdendo em 1972 para a URSS num resultado extremamente polêmico. Vão dizer que os americanos mudavam o time a cada 4 anos. Sorte a deles que mesmo mudando o time continuavam campeões. Nós ficamos sempre tentando ser os melhores do mundo de todos os tempos em alguma coisa, mas em esporte coletivo, não acredito que exista algo que chegue perto do Basquete americano, que disputaram (se não me engano) 18 jogos olímpicos e venceram 14. É pra matar de inveja a nossa seleção de futebol. Essa de vôlei foi maravilhosa e fez história, chegou ao olimpo, mas vamos colocá-la acima do que realmente ela alcançou.

  • Lenilson Araujo

    Dizer agora que o Brasil não foi campeão porque o Ricardinho foi cortado é mole. O que garante que com ele o Brasil chegaria a final? Ele foi expulso pelo próprio grupo, pois nem seus “amigos” o agüentavam mais. Provavelmente com ele o Brasil nem a prata conquistaria. Mas não é possível afirmar nada. Fazer autópsia é fácil.

  • Alexandre

    Há ´n´ razões para a vitória dos EUA sobre o Brasil em Pequim. E uma das principais, a meu ver, é que os EUA tinham o Ball e o Brasil não tinha o Ricardinho, que é meio “xarope”, mas é melhor que o Marcelinho. Caberia ao Bernardinho, como um líder, arranjar uma forma de contar com todos os melhores.

  • Anderson Luiz Rodrigues Silvano

    Penso que agora vamos sofrer com algumas derrotas e uma fase mais dura. Faz parte de qualquer historia. Essa seleção foi espetacular, e ainda é. É uma das maiores equipes de todos os tempos, venceu de tudo, mas acredito que chegou a seu apice. É uma seleção um pouco mais velha, mais baixa, fisicamente inferior as concorrentes porém superior como grupo. Muitos falaram de Zé Roberto Guimarães, mas não lembram que a saida dele foi polêmica e recheada de mal entendidos. E tal qual é normal para a grande maioria, quem perde é lixo, amarela. Infelizmente a seleleção americana foi superior, acontece, nem todo dia é domingo. Somente o Ball tem 2,03 m. É a altura do Gustavo, um dos mais altos da seleção junto com o Rodrigão. Tivemos o melhor jogador do mundo com menos de 2 metros. A seleção perde com a saida de Ricardinho, obviamente perde, mas num esporte onde o detalhe consegue ser realmente decisivo não acredito que com Ricardinho a seleção tivesse sequer chegado a disputa do titulo. Saber perder com dignidade e honra é grandioso. Nós brasileiros ainda temos que aprender muito sobre isso, para ai sim nos tornarmos uma potencia esportiva.

  • Anderson Luiz Rodrigues Silvano

    Enfim, estou absmado como o que um dia é apoio, após uma derrota (honrada afinal caimos de pé para uma equipe superior) vira repudio. Que tal André, você que é jornalista esportivo, acredita que o Brasil seria ouro com Ricardinho em quadra? AK: É provável. Mas não dá para afirmar que, com ele, o time venceria a final. Nubca teremos essa reposta. Um abraço.

  • Alex Figueiredo

    Concordo com a maioria dos comentarios e chego a conclusao que o melhor para o Brasil seria o fim da Era Bernardinho. Ja deu o que tinha que dar e assim como outros cargos de liderança é sempre bom haver uma mudança apos o fim de um ciclo. A proprosito, sobre o caso Ricardinho ( que falam por ai nunca me convenceu, historia muito mal contada ate pela imprensa), tenho certeza que logo vai se esclarecer. Alguem sempre acaba dando com lingua nos dentes. É esperar para ver!

  • Paulo Henrique

    Fico incomodado com uma coisa nisso tudo, e escrevo aqui pois vc foi o principal reporter a abordar o caso na época: o corte de Ricardinho. Até hoje não foi esclarecido, esta envolto no meio de muita mentira (é só compararmos as versões do Bernardinho que foram mudando ao longo dos meses). Penso que é muito importante que certas coisas fiquem restritas ao grupo, mas difamaram e trataram muito mal o atleta em publico, o humilharam sem nenhuma explicação razoavel; isso enquanto nos vendiam a imagem de FAMILIA, estratégia de marketing que rendeu muito $ em patrocinio e propaganda, em especial pro Giba e Ricardinho-filho-ex. Não acho correto nos vender apenas a imagem favoravel, a partir do momento que se expõe para lucrar com isso, é obrigação também se expor qdo a imagem não sera tão positiva. E o que me intriga é que falar em Ricardinho virou palavrão para imprensa, o que acontece? Conveniencia para não desvalorizar o produto “seleção masculina de volei” ou medo do Bernardinho já que ele manda em tudo do volei?? É impossivel que passado tanto tempo nenhum jornalista tenha descoberto a verdade de toda a história, e o pior, que ninguem tenha questionado o fato de tirar o atleta justamente para a entrada do FILHO DO TREINADOR, que ficou todo estrela quando perguntado no PAN pela ESPN sobre o caso. André, alguem dira o que de fato aconteceu???

  • Anderson Viana

    Como torcedor é engraçado. Se o time tivesse ganho o ouro, Ricardinho seria passado e demônio. Como a seleção perdeu, Ricardinho virou santo. O cara é bom, com certeza, mas o Ricardinho se acha o tal e principalmente age com seu ego imenso com tal…

  • Baibars

    Tb acho que muita coisa dessa seleção tem que ser explicada: o corte de Ricardinho, convocação do Bruno, com fraca cobertura da imprensa que até hj não nos informo oq ocorreu

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