FUTEBOL X BASQUETE



Antes de qualquer coisa, parabéns ao grupo dirigido por Paulo Bassul, que garantiu a vaga do nosso basquete feminino em Pequim, com a vitória (72-67) de ontem sobre Cuba. E não, este post não é sobre a transmissão do jogo das mulheres em Madri, a Eurocopa e o jogo da Seleção Brasileira de futebol em Assunção. É sobre o que aconteceu comigo na madrugada de hoje. Evidente que eu estava assistindo o jogo 5 das finais da NBA, entre Celtics e Lakers, na ESPN. Num intervalo, arrumei confusão para mim mesmo: dei uma girada nos canais. É o mesmo tipo de bobagem que já me fez perder algumas horas de sono, por causa de um filme qualquer que estava começando justamente na hora em que eu dava aquela olhada final, depois de decidir ir dormir. À tarde, ouvi alguém dizer que a Turquia tinha conseguido uma virada espetacular contra a República Tcheca, na Eurocopa. Passei pelo SporTV e é óbvio que estavam mostrando a reprise do jogo. O cara com nome de remédio, Plasil, tinha acabado de fazer o segundo gol Tcheco. Olhei bem para o relógio, e pensei não é possível que os turcos viraram esse jogo… E não consegui largá-lo. Tela dividida, picture in picture, fiz de tudo. Consegui não perder nenhum gol de Nihat Kahveci (falha clamorosa, diria Carsughi, de Cech no empate), e nenhum lance importante da vitória dos Lakers (a bola que KB roubou de PP no final, quando a diferença era de 2 pontos, decidiu). Mas foi por pouco.



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