ENTREVISTA DA SEXTA



Já imaginou como deve ser a sensação de marcar um gol decisivo, num estádio lotado? Aposto que já. É o máximo que nós, não-jogadores, podemos fazer. Dodô explica, por telefone, o que é ainda mais difícil. Controlar-se. Blog do AK: Você fez um gol decisivo, num jogo histórico, num estádio lotado. E nem sorriu. Parecia aquela atitude de quem faz um gol no ex-time, e não comemora por respeito. Como conseguiu se controlar? DODÔ – É que eu quero jogar lá…(risos) estou brincando. Foram várias coisas, cara. Eu estava cansado, porque entrei no jogo com tudo, buscando o gol. Tinha dado vários piques. E fiquei aliviado quando consegui marcar. Mas eu estava muito feliz. Foi uma noite histórica para nós. Comemorei muito, depois. Blog do AK: Por dentro, ainda que não pareça, você vibrou? Porque ali, naquele momento, era fim de papo, jogo decidido… DODÔ – Claro. Foi maravilhoso, estádio lotado. Ver o Maracanã explodindo é uma coisa que não dá para explicar. Só quem estava lá entende. Blog do AK: Você lembra do som do Maracanã, na hora do gol? DODÔ – Lembro, foi alívio e alegria. A torcida está comemorando até agora. Blog do AK: E o que o Gabriel e o Conca te falaram, naquele abraço? DODÔ – Não posso te falar (risos), André, não dá para repetir aqui. Vamos dizer que eles comemoraram o gol (risos). Blog do AK: O Fluminense derrubou o São Paulo e o Boca Juniors. Você acredita que, tendo passado por eles, chega mais forte à decisão contra a LDU? DODÔ – Aí é que está o perigo, André. Depois que a gente passou pelo São Paulo, não deu para respirar, porque já tinha o Boca. Se a gente respirar agora, complica.



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