De mulheres sedutoras ao castigo do tapetão: a louca noite na América do Sul



A última rodada das Eliminatórias Sul-Americanas foi uma catarse coletiva. Só o Brasil estava classificado para a Copa do Mundo, o que tornou os demais confrontos em palcos de pura angústia. Vamos então aos episódios que marcaram esses duelos tão apoteóticos para o continente.

Mulheres na concentração da Venezuela

Paraguai precisava vencer a Venezuela para se aproximar da vaga. O triunfo o deixaria muito próximo ao menos da repescagem. Parecia tarefa simples, pois os comandados de Arce jogavam em casa contra a lanterna Venezuela. Confiança? Nenhuma. Segundo Rafael Dudamel, treinador da Venezuela, foram mandadas garotas de programa para o hotel onde estava hospedada sua seleção, com o intuito de tirar a concentração dos jogadores. O resultado: os vinotintos resistiram bravamente à sedução e venceram por 1 a 0, sacramentando a eliminação dos paraguaios.

Falcao e o “empate amigo”

Nos minutos finais do jogo entre Colômbia e Peru, a câmera flagrou Falcao conversando com jogadores peruanos. As imagens não deixam dúvidas: o atacante colombiano informou a todos que o Chile já havia sido derrotado pelo Brasil e que o empate de 1 a 1 em Lima garantia a vaga direta para a Colômbia e a da repescagem para o Peru. Assinaram ali o tratado de não agressão.

Chile e o castigo do tapetão

A federação chilena encabeçou o protesto junto à Fifa contra a escalação de um jogador irregular da Bolívia. Com a punição, o Chile ganhou dois pontos (havia empatado a partida contra Bolívia) e o Peru conquistou três (havia perdido para os bolivianos). Sem esta pontuação, o time de Gareca teria terminado as Eliminatórias na sétima colocação, com 23 pontos. Já o Chile ficaria com 24 pontos, empatado com o Paraguai, mas ocuparia a quinta colocação pelo saldo de gols, o que lhe garantiria a vaga na repescagem.

A dor e a redenção no tempo real do diário ‘Olé’

Olé, Argentina e Equador
Messi, Argentina, Equador
A Argentina era a grande protagonista da última rodada. Muito próximo de ficar fora da Copa do Mundo, tudo caiu, mais uma vez, sobre as costas de Lionel Messi. E o diário argentino ‘Olé’ soube expressar com perfeição os momentos tão distintos da partida, que começou com um gol relâmpago do Equador e terminou com o país aos pés do seu melhor jogador. E na capa do jornal no dia seguinte, a dúvida sobre o gênio da camisa dez foi dissipada para sempre.

Messi, Olé, Argentina

A milionária despedida do Brasil

O Allianz Parque lotou para acompanhar a despedida da Seleção Brasileira nas Eliminatórias, com vitória de 3 a 0 contra o Chile. E dois recordes foram batidos na noite de terça: o maior público do estádio do Palmeiras e a maior renda da história do futebol brasileiro (excluindo as partidas do Brasil na Copa das Confederações em 2013 e na Copa do Mundo de 2014). Os 41.008 presentes – 22 torcedores a mais do que o registrado na vitória do Palmeiras contra a Chapecoense em novembro de 2016 – garantiram um faturamento bruto de pouco mais de R$ 15 milhões, o que leva à média de R$ 368 por ingresso vendido para a partida. Apesar de sediar o confronto, o Palmeiras ficou apenas com 20% do aluguel do estádio. Todo o restante foi direto para os cofres da CBF.



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