5 momentos absurdos ou curiosos da seleção brasileira a caminho da Rússia



O personal hairstylist de Alisson

Alisson: o muso e suas madeixas (Foto: CBF)

Alisson: o muso e suas madeixas (Foto: CBF)

Imagine só se fosse o Neymar? Durante os preparativos para o amistoso contra a Áustria, Alisson, goleiro titular da seleção brasileira, bancou a viagem de seu cabeleireiro particular para preparar o visual da Copa do Mundo. As aspas do cabeleireiro Wagner Soares, em entrevista ao GloboEsporte, são insuperáveis: “Ele é um profissional de alta performance, estava tendo que treinar de chapéu e isso seria um problema para a Copa (…) está em fase boa na Roma e tem toda uma especulação na Europa, o fato de ser muso da Copa. Tudo isso o deixa muito seguro e motivado”.

Os magoados

Sempre tem quem escancara a frustração por ficar de fora da lista final da Copa do Mundo. Desta vez, os casos mais emblemáticos foram de Diego, do Flamengo, e Jô, do Nagoya Grampus. “Eu perco, mas a seleção também por não contar com minha experiência”, desabafou o meia rubro-negro, que vive uma relação de amor e ódio com a sua própria torcida. Já o ex-atacante corintiano admitiu que sua decisão de partir para o futebol japonês influenciou na decisão de Tite em riscar seu nome da lista de candidatos. “Fiquei chateado e triste, porque era um dos nomes mais cogitados na época e vê como em cinco meses as coisas desandaram aqui no time japonês, com meu nome sendo praticamente esquecido”, disse em entrevista ao UOL Esportes.

Os suplentes misteriosos

Ao anunciar a convocação para a Copa do Mundo, Tite não revelou os nomes dos 12 suplentes. Ou melhor, anunciou apenas um: o zagueiro Dedé, do Cruzeiro, usado como exemplo de superação pelo treinador. O mistério causou uma confusão entre os clubes se poderiam ou não escalar alguns jogadores nas rodadas do Brasileirão, já que a Fifa determina aos clubes um prazo para liberação dos atletas às seleções. O Palmeiras, por exemplo, chegou a tirar Dudu de uma partida assim que a CBF alertou que ele estava na lista.

Tite e a saia-justa com o patrocinador

Em duas coletivas seguidas, Tite enalteceu a campanha da Mastercard em doar alimentos, mas fez uma ressalva: a ação deveria prever gols de todos os jogadores de Brasil e Argentina, e não apenas de Neymar e Messi. A crítica velada causou incômodo nos bastidores e fez a Mastercard alterar a dinâmica, anunciando que doaria 1 milhão de refeições, independente dos gols marcados pela dupla patrocinada. Existem coisas que o dinheiro não compra. Para todas as outras existe Tite e seu poder soberano à frente da seleção.

A soberba do presidente

O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), coronel Antônio Carlos Nunes, exibiu toda sua confiança em relação à conquista do hexa. “Pode preparar a taça para o Brasil”, disse o dirigente durante o encontro com o presidente da Fifa, Gianni Infantino. Como se não fosse o bastante, ainda fez piada com a Áustria, derrotada pelo Brasil por 3 a 0 no último domingo: “O zagueiro está procurando o Neymar até agora”.